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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Chega ao Brail a nova Coca Cola Verde...

Nova Coca-Cola 'verde', com 50% menos açúçares

Refrigerante adoçado com stevia está sendo vendido pelo mesmo preço da versão original
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De olho nos consumidores que torcem o nariz para os açúcares, a Coca-Cola acaba de lançar no Brasil uma nova versão de seu refrigerante, com 50% menos açúçares e adição de stevia, um adoçante de origem natural. Trata-se do primeiro lançamento da marca no país desde a Coca-Cola Zero, em 2007.


A bebida de rótulo verde é vendida em 25 países com o nome Coca-Cola Life e ganhou fórmula diferenciada por aqui. Inicialmente, a novidade estará disponível nas embalagens: PET de 1,5 litro, PET de 1 litro e lata de 350 ml. Trará o mesmo preço da versão regular.

Em São Paulo, ela aparece em poucos comércios por enquanto, como a rede Pão de Açúcar.

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Uma lata da Coca-Cola 'verde' conta com 70 calorias em vez das 149 calorias nos 350 ml da versão original. Em compensação, a bebida tem 37 mg de sódio, mais que o dobro da quantidade encontrada na versão regular, que leva 18 mg.
Fonte Veja

Vídeo testando o produto...



sexta-feira, 25 de março de 2016

Significados e Símbolos da Páscoa

Aprenda o significado da Páscoa
Você sabe o que é celebrado no dia da Páscoa? E a origem dos símbolos?
Aprenda o significado da Páscoa

A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. Trata-se de uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalem.

A Páscoa judaica
simbolos Para os judeus, a Páscoa também tem um significado muito importante, pois marca o a fuga do povo judáico do Egito, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. Para comemorar a Páscoa, os judeus fazem e comem o matza(pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.

A origem do termo Páscoa

A palavra Páscoa advém do termo em hebraico Pesach, cujo sentido simbólico é de "passagem", comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida). Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova.


A Páscoa está repleta de símbolos. Entenda o significado de alguns deles:

Os ovos de páscoa

Na antiguidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente simbólico.


O chocolate
As civilizações dos maias e astecas consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda. Na Europa o chocolate aparece a partir do século XVI. Já os bombons e ovos, como conhecemos, surgiram no século XX.


Os coelhos
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães em meados do século 18: o coelho "visitava" as crianças e "escondiam" os ovinhos para que elas os procurassem. No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento, a vida. É também o símbolo da fertilidade e da abundância da vida.


A cruz da ressurreição
Traduz, ao mesmo tempo, sofrimento e ressurreição.


O pão e o vinho
Na ceia sagrada, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, o pão e o vinho foram dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.


O cordeiro
Para os católicos, simboliza Cristo, que é o cordeiro de Deus, e se sacrificou em favor de todo o rebanho.



Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da lua cheia que ocorre no dia ou depois do dia 21 março. Entretanto, a data da lua cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas - a igreja, para obter consistência na data da Páscoa, decidiu no Conselho de Nicea em 325 d.C. definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica".


A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. A sequência de datas varia de ano para ano, sendo, no mínimo, em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Curiosidade do Dia....Quadro famoso do Menino Chorando



Entenda.....Quadro do Menino Chorando
Talvez o Quadro do Menino Chorando seja um dos objetos ocultistas mais conhecidos ao redor do mundo, e essa “fama toda” não veio de graça.

O quadro, apesar de ser uma bela obra de arte, está envolta em uma série de acontecimentos macabros e, no mínimo, misteriosos.Preza a lenda que o quadro seria o responsável por milhares de incêndios que ocorrem mundo afora, mas principalmente na Europa. Então, sem mais delongas, conheça agora a intrigante história do Quadro do Menino Chorando.

A história do Quadro


Tudo começou com um pintor italiano chamado Giovanni Bragolin
, que em meados de 1940 resolveu retratar seu filho chorando, em um quadro. Segundo ele, “a beleza está além da alegria”.
Infelizmente, não foi bem assim que o garotinho entendeu a reflexão artística do pintor e resolveu não colaborar com seu choro, para que o pai fizesse o quadro, um tanto quanto excêntrico para a época.

Segundo a versão inglesa da história, para que o menino chorasse Giovanni ordenou que sua esposa segurasse alguns fósforos acessos, próximo ao menino. Pois ele sabia que seu filho temia (e muito) o fogo.

O garoto passou algumas horas chorando, sem poder mover-se sob a ameaça que o fogo, apresentado por sua própria mãe, iria queimá-lo. O que, provavelmente, transtornou bastante o pobre menino.
Por fim, o quadro nasceu. Porém, isso não trouxe nada de bom para a família de Giovanni Bragolin: Apenas algumas semanas após o quadro estar finalizado, o garoto veio a falecer entre crises de pânico e manias de perseguição, provavelmente causadas pelo medo imposto pelos seus pais.

Não muito tempo depois, o próprio Giovanni e esposa morreram dentro de casa, quando um misterioso incêndio acabou com a casa, a vida e boa parte do portfólio artístico do pintor. Foi então que o primeiro fato misterioso aconteceu, envolvendo o quadro: Apesar do forte incêndio, o quadro permanecia intacto, no meio das cinzas da casa completamente destruída.

O quadro ganhou fama como “indestrutível” na Itália e logo foram feitas diversas cópias da obra arte, que percorreram toda a Europa. Principalmente embaladas pela constante migração pós-segunda guerra mundial.

Incêndios na Inglaterra
Quadro do Menino Chorando 4

Na Inglaterra (que ignorava a história original do quadro) ele se tornou um grande sucesso, sendo que a própria polícia local chegou a estimar que uma em cada 10 casas teria uma cópia do quadro em sua parede.

Foi quando as coisas começaram a sair do controle. Diversos incêndios, sem nenhum motivo aparente, começaram a ocorrer por toda a Inglaterra, sendo que na maioria das vezes um dos poucos, quando não o único, objeto que resistia ao fogo era o quadro do menino chorando.

O caso tornou-se tão banal, que um jornal inglês de rotatividade nacional publicou um extenso artigo onde era relacionado uma grande lista de casos onde residências foram completamente queimadas, tendo como objeto que resistiu ao fogo, uma cópia do quadro de Giovanni.Na época, a Inglaterra chegou a promover ações públicas para destruir os quadros por todo o país, sendo que a maioria dos comerciantes pararam de vende-lo, com medo de sofrer represálias da população que tremia ao ver a sinistra imagem do garoto.
O caso foi tão sério que o quadro entrou para centenas de boletins de ocorrência da polícia inglesa, como a causa do incêndio. Sendo aceito como prova, até mesmo, por juízes das cortes ingleses mais baixas.Além disso, é valido contar que o ano de maior número de vendas do quadro foi também o ano em que ocorreram mais incêndios na história da Inglaterra. Chegando a contar cerca de 170 incêndios diários sem causas aparentes, em todo o país.

Para além de um quadro


Ao longo do tempo, muitas variações do quadro foram criadas e copiadas por muitos outros pintores e, estas, circularam o mundo todo. Chegando a formar uma coleção de pinturas relacionadas ao quadro do Menino Chorando.

Em algumas delas, segundo comerciantes, é possível ver um demônio devorando uma criança, quando virados de lado e – até mesmo – ver a imagem de um incêndio quando são girados, em uma determinada velocidade.

Tudo isso faz que a sequência de quadros do menino chorando, façam parte de um grande acervo de ocultismo. Qual o intuito da fabricação de tantos quadros como estes, não tem uma explicação.
Da mesma forma que a maioria dos pintores responsáveis por estas variações do quadro, nunca foram encontrados e – muito menos – se apresentam publicamente como autores da “obra de arte”.

E você, já teve um quadro desses em Casa? Eles foram muito famosos aqui no Brasil.... E, se acaso você tiver, boa sorte!

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Menina que serviu de Modelo Para Alice no País das Maravilhas da Disney

Fotos Raras mostram a menina que serviu de modelo para Alice no País das Maravilhas”
 Hoje vi imagens da época em que “Alice no País das Maravilhas”, clássico lançado pela Disney em 1951, ainda estava sendo feito!
As fotos agora reveladas mostram o detalhe e o esforço com que eram produzidas as animações nos estúdios da Disney, onde os artistas produziram cerca de 25 segundos de animação por semana, num trabalho minucioso e onde nada era deixado ao acaso.

Pelas fotos, dá para ver como os ilustradores e animadores usaram a menina Kathryn Beaumont (também responsável pela voz de Alice) como modelo e inspiração para a visão do estúdio sobre a personagem criada por Lewis Carroll.
O nome dela é Kathryn Beaumont e as semelhanças com a famosa Alice, que vive no País da Maravilhas, são evidentes e têm uma explicação – a inglesa foi, em 1951, data de estreia do filme, a menina que serviu de inspiração para criar o desenho da protagonista de um dos filmes mais emblemáticos da Disney.

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Depois do sucesso do filme, Kathryn terminou os estudos e se tornou professora, além de trabalhar como atriz e dançarina, até se aposentar na década de 90. Em 1998, foi nomeada “Lenda Disney“, pela The Walt Disney Company, num sinal da sua importância pra gigante de animação.

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Kathryn tinha apenas 10 anos quando chamou a atenção de Walt Disney, que não só quis que a menina interpretasse as vozes de Alice e Wendy, personagem central em “Peter Pan”, como o encanto pelos seus traços físicos o levou a escolher Kathryn para servir de modelo real para Alice.


Suas feições e posturas foram usadas em algumas das cenas mais icônicas do filme, como a cena do chá com o Chapeleiro Maluco ou o jogo de croquet em que animais fazem as vezes de tacos e bolas. Veja só:
O uso de modelos nos desenhos clássicos da Disney era bastante comum. Basta passear um pouquinho na web para ver o rosto original da Branca de Neve ou da Malévola.

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Veja o vídeo de  Helene Stanley, que também serviu de modelo para Cinderela, dançando e fazendo movimentos suaves para ajudar a equipe de animadores de “A Bela Adormecida”. Assista:


Esta é “Alice” passados mais de 50 anos:
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Residência que Pertenceu a Heitor Stockler de França

Linda Demais....Sempre quis conhecer esta casa.Agora que soube que esta aberta a visitação.Parada Obrigatória...
Casa centenária guarda parte da história do Paraná
Residência que pertenceu a Heitor Stockler de França chama atenção pela arquitetura e passado ligado à cultura
Fachada da Casa Heitor Stockler de França: construção de 1893 chama atenção no Centro de Curitiba. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo
Fachada da Casa Heitor Stockler de França: construção de 1893 chama atenção no Centro de Curitiba. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

SERVIÇO
Local: Centro Cultural Heitor Stockler de França
Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 458.
Horário de visitas: de terça a sábado das 10 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Entrada: gratuita.


“Não tinha noção de como o curitibano tinha curiosidade de entrar na casa dos meus avós.” A surpresa é de Vânia França de Souza Ennes, neta de Heitor Stockler de França. A casa em questão é um marco na arquitetura do século 19 em Curitiba. Trata-se de uma grande residência na Marechal Floriano Peixoto, quase na esquina com a Pedro Ivo. Ali onde o centro pulsa com biarticulados indo pra lá e pra cá, resiste ao tempo a construção pintada de cor-de-rosa que data de 1893.

Desde 2013, o espaço abriga o Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França. O interesse da instituição veio do fato de França ter sido um dos fundadores e primeiro presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). De acordo com Ana Zétola, gerente de cultura do Sesi-PR, é comum pessoas entrarem na casa apenas para conhecê-la. “Alguns passam um tempo apreciando e relatam ter curiosidade de saber como ela era por dentro.”

Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
A varanda que envolve toda a casa favorece a vocação cultural

As características originais do imóvel foram mantidas, inclusive com alguns móveis da família, como estantes, sofás, poltronas e um piano Essenfelder. Foram necessárias adaptações na instalação elétrica para garantir conforto aos espectadores de shows e alunos que frequentam os workshops e aulas.

A família, que guarda na memória o tempo em que os Stockler de França promoviam saraus, rodas de leitura e outros eventos culturais, desejava ver a casa com uma programação aberta ao público. “A aproximação com o Sesi foi muito feliz e oportuna. Fico emocionada em lembrar do dia da inauguração, quando a porta da frente da casa foi aberta. Fazia mais de 80 anos que não abríamos aquela porta”, relembra Vânia.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Móveis e pertences da família foram preservados na decoração

A casa
A construção foi uma realização de João Lourenço Taborda Ribas, sogro de Heitor, que era casado com Brazília Taborda Ribas de França. A época em que a casa foi erguida coincide com a inauguração da Catedral. “O teto da sala principal, inclusive, foi pintado pelos mesmos artistas que faziam a abóboda da igreja”, garante Vânia.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
O jardim circundando a casa foi uma inovação para a época

Não há uma definição clara de como o projeto surgiu, mas relatos familiares dão conta que a inspiração veio dos cháles de estilo suíço-italiano. “A casa tem vários detalhes de arquitetura que eram inovadores para a época. Um deles é o fato de ter sido implantada atrás de um jardim e não rente a calçada”, aponta Ana. Outro ponto que chama a atenção é o sistema de ventilação que evita o mofo. Próximo ao telhado há pequenos orifícios na alvenaria, garantindo a circulação de ar.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Pintura do teto da sala principal foi feita pelos mesmos artistas que pintaram parte da Catedral de Curitiba
Até 2009 o espaço foi habitado por Marita Stockler de França, filha de Heitor, que mantinha a vocação cultural da residência. O esforço agora é para manter as características originais do prédio com 122 anos.

Trata-se de uma Unidade de Interesse de Preservação (UIP) e a arquiteta da Fiep Denise Rosa Rampazzo está à frente do projeto de restauro, que precisará ser aprovado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). O levantamento das patologias aponta uma necessidade de restauro do piso, cobertura e estrutura de madeira e lambrequins. “Outra preocupação bem presente para nós é a manutenção da cor original do imóvel, que já é uma marca na cidade”, relata Denise.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Móveis e pertences da família foram preservados na decoração

Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
SERVIÇO
Local: Centro Cultural Heitor Stockler de França
Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 458.
Horário de visitas: de terça a sábado das 10 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Entrada: gratuita.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vem ai o Windows 10

Windows 10 chega amanhã. Veja tudo que você precisa saber...
Windows 10

Em outubro de 2012, a Microsoft lançava o sistema operacional Windows 8. Ele foi marcado por uma tentativa de aproximar a experiência de uso de um computador à de gadgets com tela sensível ao toque, como smartphonese tablets.

O resultado não foi dos melhores. A interface não foi bem recebida pelos usuários, que sentiram falta do botão iniciar, marca do sistema operacional da Microsoft.

Depois de meses de espera, amanhã chega a tentativa de redenção da empresa: o Windows 10.

Uma das grandes novidades é que ele será distribuído de graça para quem já tem Windows 7 e Windows 8 – a distribuição vale até 29 de julho de 2016.
Mas quando você irá receber a sua cópia do Windows 10? De acordo com a Microsoft, isso será realizado ao longo do dia. Os downloads começarão na parte da manhã.

Essa ideia de disponibilizar a atualização sem custos se explica por uma ambição da Microsoft: atingir um bilhão de usuários com o Windows 10. A empresa bateu nessa tecla recentemente. A expectativa é que somando usuários de smartphones, desktops, notebooks e tablets, se chegue a um bilhão até 2018.

Para isso, a Microsoft fez mudanças no sistema. O botão iniciar voltou, uma ferramenta de buscas foi criada e os desktops múltiplos chegaram. Nós recomendamos que você veja essa matéria para lembrar de outras novidades.

Uma das grandes sacadas da empresa foi criar um sistema único. Pouco importa se o usuário está em um smartphone com tela pequena ou em uma tela sensível ao toque com uma centena de polegadas. O Windows 10 será apenas um.


As implicações são interessantes. Desenvolvedores poderão fazer apps com mais facilidade e eles servirão para diversos dispositivos diferentes.

Haverá também uma maior integração entre diversas plataformas. Quer jogar games do Xbox One no computador? Será possível. Ou prefere usar o Xbox como computador, com mouse e teclado? Também será possível.

Outro ponto interessante será o comando de voz. A assistente virtual Cortana será parte do Windows 10 e poderá cumprir tarefas sem que seja preciso tocar no notebook ou no smartphone. Para melhorar, ela deve começar a falar português ainda neste ano.

A Microsoft liberou o site oficial do sistema operacional. A página, que pode ser acessada através deste link, só está disponível em inglês e reserva alguns conteúdos interessantes para quem não vê a hora de baixar a atualização.

A partir de amanhã, sob olhares atentos da empresa, usuários de todo o mundo começarão a usar o Windows 10. Se espera que ele seja um sistema rápido e estável. E que, acima de tudo, seja um sucesso maior do que o Windows 8 foi.

Importante......
Ainda não sabe como preparar o seu PC para receber o Windows 10? O Tecmundo preparou uma matéria especialmente dedicada para explicar isso aos leitores.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Botas anos 60.. Vai e Vem da Moda


Anos 1960 em foco: as botas over the knee e o vai e vem da moda
Os anos 1960 realmente saem na frente quando o assunto são peças de moda inovadoras e que vira e mexe voltam às passarelas e vitrines. Esse é o caso das botas over the knee ou cuissardes (cuisse, em francês, significa acima do joelho), que começaram a reaparecer há dois/três invernos, mas, de forma mais tímida. Foi nessa estação que o modelo sessentinha hiper sexy voltou com força total.
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Foto: Reprodução

Na verdade, essa bota já era usada para equitação por homens no século XV. Entre o século XVI e XVII, com a armadura não sendo mais usada por completa, as cuissardes começaram a complementar o uniforme de cavalaria, pois protegiam as pernas dos homens até o século XIX.

E é esse registro que temos conhecimento até a bota invadir a década de 1960 e durou até os anos 1970. Na coleção de 1962, Balenciaga incorporou a bota, assim como o, ainda jovem, Yves Saint Laurent, como pródigo que era, usou o modelo em seus desfiles. Brigitte Bardot e Jane Birkin foram celebridades que abusaram desse estilo de bota naquela época.
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Brigitte Bardot e Jane Birkin (Foto: Reprodução)
Os anos 1960 eram atrevidos. Essa foi uma década tão inventiva que as mulheres fizeram topless e enfim usaram a mini saia pela primeira vez, abusando do poder de suas pernas. Foram criados muitos cortes e modelos sensuais e quanto mais curta era saia, mais a over the knee harmonizava com o look.

Criando uma atmosfera moderna e muito sensual, rompendo assim com a estética extremamente feminina dos anos 1950. Era como um rito de passagem da imagem frágil e indefesa da década anterior para a figura de mulher forte e altamente paramentada. E essa quebra de paradigma pode, inclusive, ser vista em personagens da época como Barbarella, a heroína do cinema que usava e abusava das botas.
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Barbarella (Foto: Reprodução)
Existe regra para usá-las?

Nos desfiles das principais semanas de moda de outono/inverno 2015 se viu muita tendência militar e, com isso, as over the knee encontraram novamente seu espaço. Lembrando que não é uma bota para somente ser usada com peças militares. Com um ar sessentinha, elas ficam lindas com mini-saias, saias na altura do joelho, calças justas (jeans ou leggings), shorts, contrastando perfeitamente com meias-calça escuras.
Foto: Reprodução
O item fashion fica perfeito em mulheres altas e suas longas pernas, mas como podemos tudo na moda hoje, vale lançar algumas artimanhas para não deixar essa tendência passar sem aproveitá-la.

– Se você é baixinha, use a bota com a mesma cor de calça, ou use meia-calça escura.

– A regra é sempre ter bom senso e segurar o look que você escolheu. Se isso inclui a over the knee, procure combiná-las com peças que você já sabe que funcionam com você e seu corpo.

– Como diz Pierre Bergé (companheiro de Saint Larent e também fundador da casa de moda”com mesmo nome): “Chanel deu liberdade às mulheres. Yves Saint Laurent lhes deu poder.”

terça-feira, 12 de maio de 2015

Ótimas Dicas...Saiba como fazer o 3G durar até o fim do mês



Nunca foi tão importante prestar atenção ao uso de dados de nossos smartphones quanto hoje em dia.

O objetivo delas não é encerrar totalmente o uso de dados do seu celular: hoje em dia, somos bastante dependentes de alguns dos serviços de nossos smartphones. Por isso, pensamos em sugestões que permitam aos usuários continuar a usufruir deles e chegar no final do mês com 3G de sobra.


Evite aplicativos com publicidade.

Aplicativos que têm publicidade precisam acessar a internet para carregar as imagens e vídeos das propagandas, e isso consome dados da sua franquia também. De acordo com um estudo da Universidade da California do Sul e do Rochester Institute of Technology, aplicativos com publicidade chegam a usar o dobro do volume de dados que aplicativos com propagandas.

Eles também consomem até 33% mais energia, o que pode afetar a bateria do seu smartphone, além de exigir mais do processador do aparelho. Por isso, às vezes pode valer a pena desembolsar uns trocados para ter acesso à versão sem publicidade de alguns aplicativos.

Utilize a função de economia de dados dos navegadores

Tanto o Chrome quanto o Opera possuem funções de redução do uso de dados. Para ativar a do Chrome, basta abrir o navegador, ir ao menu (por meio do ícone com três bolinhas à direita da barra de endereço) e em “Configurações”. Lá, sob a aba “Avançado”, há um item chamado “Economia de Dados” ou “Gerenciamento de Largura de Banda”. Basta clicar nele e ativá-lo.

No Opera, essa função se chama “Modo Off-Road” e pode ser ativada por meio do menu do navegador, cujo ícone se encontra do lado superior direito da tela. No menu, também é possível ativar “Imagens Off-Road”, reduzindo ainda mais o consumo de dados. Essas funções não devem alterar a velocidade de navegação.
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Use redes Wi-Fi para tarefas que exigem maior consumo de dados.

Atualizar aplicativos, assistir a vídeos no YouTube, realizar ligações por meio de aplicativos, fazer chamadas com vídeo, ouvir música com serviços de streaming (como o Spotify), sincronizar arquivos com servidores na nuvem (como Google Drive e Dropbox): atividades como essas podem consumir sua franquia de dados inteira rapidamente. Deixe para realizá-las apenas quando conexões Wi-Fi estiverem disponíveis. Mesmo fotos enviadas por WhatsApp podem consumir muitos dados no longo prazo.

Restrinja o uso de dados dos aplicativos mais exigentes


O iOS e o Android possuem também páginas nas quais é possível ver quais aplicativos estão consumindo mais dados, além de impedir que certos aplicativos se comuniquem por redes móveis. No iOS, para chegar a essa página, é necessário ir a “Ajustes” e “celular”, e olhar na aba “usar dados celulares para:”. Abaixo dela há uma lista de aplicativos, mostrando o volume de dados que cada um utiliza, e na qual é possível desativar o uso de dados de alguns aplicativos.

No Android, é necessário acessar a página de configurações (por meio do ícone de engrenagem) e, na aba “redes”, ir em “uso de dados”. Nela, é possível ver um gráfico com o seu uso de dados ao longo do tempo e, embaixo, visualizar quais são os aplicativos que estão usando maior volume. É possível também selecionar aplicativos e restringir seu uso de dados em segundo plano: isso limita o uso de dados móveis dos aplicativos.

Monitore seu uso de dados com aplicativos

Todos os sistemas operacionais de smartphone possuem telas nas quais é possível visualizar o uso de dados do dispositivo. No entanto, pode ser interessante utilizar aplicativos para monitorar esse uso de maneira mais próxima. Para usuários de Android, o Traffic Monitor é uma boa escolha, pois permite inserir os dados de seu plano e receber avisos conforme o uso de dados avança, além de contar com outras funções legais (como um “velocímetro” de conexões) e ser gratuito. Usuários de iOS podem usar o My Data Manager, semelhante e também gratuito.

Salve dados no seu dispositivo

Se você usa o Google Drive, o Dropbox ou o iCloud para armazenar documentos, pode valer a pena deixar os documentos que você acessa com mais frequência salvos no seu smartphone. Com isso, não é necessário usar dados móveis para cada vez que você desejar acessá-lo. O mesmo vale para mapas do Google Maps.

Para salvar mapas para visualização offline, basta buscar por uma região na barra de busca. Quando ela aparecer, selecione a aba da região na aba inferior da tela, depois clique no ínco do menu (as 3 bolinhas em cima, à direita) e selecione “tornar disponível offline”.

terça-feira, 31 de março de 2015

Escravidão....Os escravos loiros de olhos azuis da Europa

Os escravos loiros de olhos azuis da Europa
Parece bizarro imaginar que Finlândia e Suíça, que hoje estão entre os países com a melhor qualidade de vida no planeta, sofreram com escravidão em suas histórias recentes. Enquanto os finlandeses foram tratados como mercadoria no Mar Negro, entre os séculos XII e XVIII, a Suiça foi manchada por ter feito a prática com seu próprio povo. E isso até, pelo menos, 35 anos atrás.
A Bernese family whose three eldest children have already been placed with foster families, 1946
Antes ainda que o horror da escravidão negra deixasse suas feridas profundas na História, a migração forçada de pessoas para trabalho escravo era uma realidade que assombrava povos que, hoje, passam longe do que poderíamos imaginar sendo explorados.

Os egípcios da Antiguidade escravizaram os judeus, enquanto os Romanos escravizavam pobres, bárbaros e criminosos, muitas vezes sem distinção étnica (entre os séculos I e V, a maioria dos escravos eram nascidos na Itália). Depois da queda do Império Romano, foi mais uma questão de cristãos contra muçulmanos: uns escravizando os outros, de acordo com o domínio que possuíam. Não é por acaso que muitos extremistas do Estado Islâmico defendam atualmente a escravidão dos “infiéis”: não escapariam nem outros muçulmanos menos radicais.
At the Sonnenberg boys’ home in Lucerne, 1944
Mas o tráfico humano da Crimeia tinha um foco diferente: a maioria dos escravos eram brancos originários da Ucrânia, Polônia e sul da Rússia. E, dentre eles, poucos eram homens trabalhadores. As pessoas exploradas eram crianças e mulheres destinadas ao serviço doméstico – o que, com frequência, incluía exploração sexual.
Working in the fields at the Oberbipp boys' home in canton Bern, 1940
O Canato da Criméia se sustentava basicamente desse comércio, e tinha a preferência por mulheres e crianças que tivessem uma beleza exótica e, por consequência, mais valiosa. O mercado de lá valorizava negros da África Sub-Saariana e os povos circassianos do Cáucaso. Porém, a variedade mais cara e lucrativa era, de longe, crianças finlandesas entre 6 e 13 anos de idade. De preferência loiras e com olhos azuis, essas crianças eram compradas de contrabandistas no distrito de Karelia, ao sul da Finlândia, e revendidas por uma margem de lucro de até 133.000% no Mar Negro.
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Wikimedia Commons

Russos, tartares e persas costumavam montar inúmeras ofensivas à Finlândia com o propósito específico de capturar crianças para vendê-las no mercado. Na época, não havia um estado finlandês consolidado e, embora o território já tivesse quase todo se convertido ao cristianismo durante a Idade Média, uma grande parcela da população ainda era pagã. Com isso, eles não tinham proteção da Igreja e ainda eram tratados como compra potencial tanto para muçulmanos quanto cristãos. Para se ter uma ideia dos horrores que esses finlandeses enfrentavam, a estimativa era de que, pelo menos uma vez a cada 10 anos entre os séculos XIV e XVI, os vilarejos locais sofriam ataques em busca de escravos. Algumas famílias pagavam para recuperar seus parentes, mas a maioria não tinha dinheiro o suficiente. E as crianças capturadas jovens demais para caminhar eram abandonadas no gelo até a morte.
Isso pode até parecer muito distante no tempo, mas no caso da rica Suíça, a prática se estendeu entre os séculos XIX e XX. As “Verdingkinders” (em português: crianças sob contrato) eram crianças tiradas de famílias pobres e de mães solteiras pelas autoridades, sob o pretexto de que elas não teriam condições de sobrevivência. Depois, os meninos e meninas eram vendidos a fazendeiros e fábricas, onde estariam condenados ao trabalho forçado. Não fosse o bastante, a maioria dessas crianças também sofria com espancamentos e abusos sexuais constantes. Isso foi uma realidade comum pelo menos até a década de 50.
A discarded child gets a dental check in canton Bern, 1940
O documentário Verdingkinder Reden (inédito no Brasil), de 2012, traz depoimentos de muitas dessas pessoas que tiveram sua infância negada. Estima-se que 100 mil crianças tenham sido escravizadas durante o período. O fim da prática veio apenas em 1981, com a adição de cláusulas à lei suíça afim de garantir que a privação de liberdade sob o propósito de assistência social se tornasse ilegal. No entanto, a mancha deixada na história do país foi tão forte, que até hoje o assunto é tratado como tabu – tanto por quem foi escravizado quando pelas autoridades. AAssociation for Stolen Children (Associação pelas Crianças Roubadas, em português) presidida por Walter Zwahlen, tem apenas 40 membros (mesmo com a estimativa de que 10 mil das crianças escravizadas ainda estejam vivas), e o primeiro pedido de desculpas oficial do país veio apenas em 2010, após um inquérito parlamentar que reconheceu como injusta a prisão de várias mulheres que eram “fugitivas” dos campos onde trabalhavam. Um projeto que visa compensar as vítimas escravizadas tramita desde 1999 no parlamento suíço. Mas, até o momento, nada foi definido.Fonte