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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Por uma Boa causa.....Amigo fiel de Marc Jacobs ganha livro...

O cachorro de Marc Jacobs vai ganhar um livro - É por uma boa causa!

Ele não usa sapatinhos ou roupinhas estampadas em suas fotos, mas mesmo assim é um dos pets mais seguidos do Instagram. Tudo porque seu dono é ninguém menos do que Marc Jacobs. O bull terrier Neville já participou de campanhas, esteve ao lado de grandes modelos e, agora, será tema de um livro!

A editora Rizzoli anunciou o lançamento de Neville Jacobs: I'm Marc's dog para o dia 27 de setembro. Ele foi escrito pelo estilista em parceria com o fotógrafo Nicolas Newbold, e é uma homenagem de Marc ao seu grande amigo, que ele diz que o faz rir e sorrir como ninguém.
As vendas serão revertidas para o The Sato Project, uma organização que trabalha para resgatar e dar uma vida melhor a cachorros abandonados em Porto Rico.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Como Seria se Hither tivesse vencido a guerra....

E se os nazistas tivessem vencido a Segunda Guerra?
Hitler esteve muito perto de ganhar a Segunda Guerra Mundial. A SUPER foi entrevistar especialistas para entender o que teria acontecido depois...

E se Hitler tivesse ganho a guerra?

Hoje pode não parecer, mas os alemães estiveram bem perto de ganhar a guerra. Tanto que algumas pessoas, como o historiador inglês Stephen Ambrose, atribuem a derrota dos nazistas a um detalhe quase insignificante: o acerto de um meteorologista escocês. Ele chamava-se J. M. Stagg e fazia a previsão do tempo para as tropas aliadas. No dia 5 de junho de 1944, apesar da tempestade que castigava a costa francesa, Stagg garantiu que o céu acabaria abrindo mais tarde. Foi um chute, já que o clima naquela região é tão instável que até hoje as previsões, mesmo com dados de satélite, têm 50% de margem de erro. Se a previsão de Stagg estivesse errada, os soldados que desembarcariam na França na manhã seguinte - o fatídico Dia D - chegariam à praia encharcados, enjoados, sem boas condições de lutar. E também não haveria visibilidade para soltar paraquedistas ou bombas. E a operação para libertar a França teria sido um fiasco. Só que Stagg acertou em cheio. Os aliados chegaram com tudo na Normandia, e começaram a virar a Segunda Guerra.

LEIA MAIS:
Nazismo, como ele pode acontecer?
Ciência nazista
Nazismo S.A., as empresas que apoiaram Hitler

Para o historiador militar inglês John Keegan, Hitler teve sua melhor chance de vencer três anos antes, em 1941. Nessa época, quase toda a Europa estava em suas mãos ou na de seus cúmplices italianos e simpatizantes espanhóis. Animado com o sucesso, o ditador resolveu enfrentar a Rússia. Acabou derrotado pelo inverno. Keegan argumenta que Hitler poderia ter optado por uma invasão indireta. Ele conquistaria facilmente a Turquia, e de lá estenderia seus tentáculos pelo Oriente Médio. Com isso, garantiria um gigantesco suprimento de petróleo para abastecer seus tanques e aquecer suas tropas. Depois, tomaria o sul da União Soviética, onde o inverno não é tão cruel. Desse jeito, deixaria Stálin sem suas principais reservas petrolíferas.

"Daí para a frente, seria fácil conquistar a Rússia e depois a Índia, então colônia inglesa", diz Keegan. Enquanto isso, seus aliados japoneses ocupariam a China, ligando o Japão à Alemanha. E não pararia por aí. "A Inglaterra é pouco populosa e pobre em recursos naturais", afirma Keegan. Sem suas colônias, viraria presa fácil. Na época, boa parte da África era colônia de países europeus e acabaria também nas mãos do Führer. Antes mesmo de 1950, o império nazista já teria se estendido por Europa, Ásia e África - mais do que os impérios romano e mongol somados. "Seria um mundo de duas classes", diz Christian Lohbauer, especialista em História Alemã da Universidade de São Paulo. Os arianos, considerados superiores, mandariam. Eslavos, negros e asiáticos virariam cidadãos de segunda classe. Outros povos, como os judeus e os ciganos, seriam exterminados.

É bem possível que nem assim o Estado nazista sossegasse. "Eles dependiam da guerra", diz Lohbauer. "As empresas alemãs cresceram fornecendo equipamento para o exército, e precisavam da mão de obra escrava dos prisioneiros." Ou seja: continuariam invadindo país após país para manter esse esquema. Iriam para o Pacífico e de lá para a Oceania. "Podemos ter um século de luta à nossa frente", disse Hitler certa vez. "Melhor isso do que ir dormir." O Führer não iria parar.


Até que, fatalmente, esbarraria nos interesses de outra superpotência: os Estados Unidos. E eles iriam reagir. "Não permitiríamos que eles se apoderassem da América Latina", afirma o americano Robert Cowley, editor da revista Military History Quarterly, especializada em ­História Militar. Neste cenário, a Guerra Fria teria ocorrido entre Alemanha e EUA. "Mas o mais provável seria uma guerra quente mesmo", diz Keegan. E o palco seria a América Latina. Quem venceria? "O império nazista baseava-se numa única figura carismática. Uma hora Hitler iria morrer. Quem o substituiria?", pergunta Cowley.

Depois da morte do ditador, os oprimidos iriam se rebelar, e o império se despedaçaria aos poucos. Os EUA levariam a melhor sobre os alemães. Mas o mundo estaria devastado por décadas de guerra. A maior parte da população mundial teria um padrão de vida bem mais baixo do que hoje, e a ciência e a tecnologia seriam mais primitivas. Os EUA dificilmente iriam decidir transformar sua principal rede de computadores, a Arpanet, numa rede aberta a qualquer pessoa. E a internet como a conhecemos não teria nascido.

Leia mais: O livro E Se..., já nas bancas e E se nas livrarias, traz 86 histórias como esta.




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Genocídio No maior Hospício do Brasil...Holocausto Brasileiro!!!

Não  Sabia a Respeito desta Trista História!!!
Livro traz testemunhos de genocídio no maior hospício do Brasil
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Não, esta não é a foto de um campo de concentração nazista – mas chega perto. É um hospício em Barbacena, Minas Gerais, onde morreram mais de 60 mil pessoas. (Foto: Luiz Alfredo/O Cruzeiro)
O conto “Sorôco, sua mãe, sua filha”, um dos mais tristes e bonitos do livro “Primeiras Estórias” (1962), de Guimarães Rosa, fala de um trem com grades na janela que “ia servir para levar duas mulheres, para longe, para sempre”: a mãe e a filha, ambas com problemas mentais, de um homem viúvo chamado Sorôco.
 “A hora era de muito sol – o povo caçava jeito de ficarem debaixo da sombra das árvores de cedro. O carro lembrava um canoão no seco, navio. A gente olhava: nas reluzências do ar, parecia que ele estava torto, que nas pontas se empinava. O borco bojudo do telhadilho dele alumiava em preto. Parecia coisa de invento de muita distância, sem piedade nenhuma, e que a gente não pudesse imaginar direito nem se acostumar de ver, e não sendo de ninguém. Para onde ia, no levar as mulheres, era para um lugar chamado Barbacena, longe. Para o pobre, os lugares são mais longe.”(“Sorôco, sua mãe, sua filha”, do livro “Primeiras Estórias”, de Guimarães Rosa)
A despedida entre o homem e as duas únicas pessoas que ele tinha na vida, e que nunca mais veria novamente, comove a todos os que estavam acompanhando a cena. Aquele “trem de doido” existia de verdade: ele cruzava o interior do país levando pessoas consideradas doentes mentais para um hospício conhecido como Colônia, em Barbacena (Minas Gerais), o maior do Brasil – e o cenário de um terrível genocídio que durou décadas. Mais de 60 mil pessoas morreram ali.
A jornalista Daniela Arbex resgatou a história para o jornal “Tribuna de Minas” em 2011 e, pouco depois, foi mais fundo e escreveu o livro “Holocausto Brasileiro” (Geração Editorial), que traz o testemunho de ex-funcionários do Colônia e de pessoas que passaram décadas internadas ali e hoje vivem em residências terapêuticas na região.
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Fotos:  Luiz Alfredo/O Cruzeiro
A instituição foi criada pelo governo estadual em 1903 e começou a ficar superlotada a partir de 1930. Em 1960, havia 5 mil pessoas vivendo onde cabiam 200. Chegando lá, elas eram forçadas não só a abrir mão de sua identidade, mas também de sua condição humana. Recebiam outro nome, eram obrigadas a se vestir com trapos (e muitas vezes tinham de andar nuas mesmo durante os invernos frios da região), dormiam em camas de capim em meio à completa imundície, bebiam água do esgoto, passavam fome (e, quando comiam, eram refeições que talvez nem animais encarassem), apanhavam, levavam choques elétricos sem qualquer prescrição médica (e sem qualquer cuidado no procedimento, o que provocou a morte de muita gente) e alguns sofriam lobotomia, para ficar numa descrição sucinta.
Daquelas pessoas, 70% não tinham nenhuma doença mental – na verdade, até o fim dos anos 50, nem médico havia naquele hospício. Muitos foram parar ali simplesmente por terem sido pegos sem documento, ou por serem alcoólatras, pobres, homossexuais ou militantes políticos. Havia também adolescentes que tinham engravidado e foram rejeitadas pela família. Uma mulher passou décadas internada porque andava “muito triste”. Basicamente, era um lugar para “livrar” a sociedade de quem quer que fosse indesejado.

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Foto:  Luiz Alfredo/O Cruzeiro
E quem entrava não saía mais. Com as péssimas condições do lugar, houve uma época em que pelo menos 16 pessoas morriam diariamente ali. Os corpos eram vendidos ilegalmente para universidades: mais de 1850 foram vendidos para 17 faculdades de medicina do país entre 1969 e 1980. Só a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) comprou 543. Quando não havia comprador, os corpos eram decompostos em ácido no pátio do hospício, diante dos outros internos.
Algumas pessoas tentaram denunciar o que estava acontecendo ali, mas sem sucesso. As autoridades eram omissas e a comunidade médica reprimia os profissionais que tentavam fazer alguma coisa. Nos anos 60, a revista “O Cruzeiro” fez uma matéria com fotos (tiradas pelo fotógrafo Luiz Alfredo – algumas das quais estão reproduzidas aqui) denunciando as condições do lugar e chocou o país – mas o tema logo caiu no esquecimento. Só quase 20 anos depois é que outros veículos passaram a se manifestar novamente, atraindo a atenção de nomes importantes da psiquiatria e dando força à reforma psiquiátrica no país, que visava acabar com a lógica das internações de longa permanência. A ideia era dar um tratamento mais digno aos pacientes com transtornos mentais, garantindo cuidados que permitissem a eles se integrar à sociedade em vez de promover o isolamento em hospitais psiquiátricos. Graças a essa reforma, o Colônia mudou e está para ser desativado, bem como outros manicômios. O livro de Daniela Arbex também fala sobre essa luta.
Fonte.. Super

sábado, 9 de março de 2013

Que Tal viajar para Ilha Bela e conhecer um Restaurante Diferenciado..Chamado Dedo de Moça!!!

Olá pessoal.....
Estava com saudades do nosso cantinho. Fui viajar  e voltei com muitas novidades e fotos legais...
Gostaria de agradecer o carinho do meu mano Randal, passeios lindos e lugares fantásticos.
Cunhada Selma valeu..Estava tudo show de Bola!!!
Então vou dividir com vocês um lugar no litoral Paulista, realmente pra lá de Especial..
Atendimento diferenciado, pratos deliciosos e diferentes...
Sem falar da vista, de frente para o Mar Paradisíaco de Ilha Bela....Querer mais o que????Só curtir!!!
Recomendo com muito Entusiasmo....


Chama-se Restaurante Dedo de Moça....
Av. José Nascimento Pacheco, 7942 - CEP 11630-000 - Ilhabela - SP

  55 012 3894-1376



As instalações são do tipo caiçara chick. Com vários ambientes onde se pode descançar e até dar uma cochilada. 
Almoçar com uma vista inigualável!  Ambiente Agradável, tempero Maravilhoso e pratos bem servidos, preço justo, estacionamento e ótimo atendimento.

Fotos de alguns momentos que passamos neste lugar delicioso..Saudades...Obrigado  a toda equipe do restaurante...Logo voltarei viu!!ahahahahah


Lindoooo

Muitos cantinhos legais....

Realmente um Privilégio!!!!

Detalhes Lindos da Decoração....

Descansar  por aqui é muito bom!!!!
Olha o Privilégio!!!!!!









Adoreiiiiii



Maior Folga e Tranquilidade!!!!

Dia Especial e super Feliz!!!




Perfeito!!!!!!!

Delícia de Praia...

A comida é simplesmente Show...

Hummm ....Camarão Empanado recheado com catupiry

Arroz delicioso com figos e damascos... E para completar
 Salada de Palmito..Tudo na medida certa, equilíbrio perfeito de temperos!!!

Felicidade total!!!!!!Obrigado meu Deus ..Natureza Especial....
Meu carinho e agradecimento ao Mano!!Valeu Muito


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Jonathan Daniel Price...100 dias...

100 dias 100 Barbas


Com a moda das barbas para os homens, o fotógrafo inglês Jonathan Daniel Pryce resolveu fazer um projeto: durante 100 dias iria passear pelas ruas de Londres fotografando, a cada dia, um cara com barba.
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O resultado é bem bacana. Vários estilos diferentes, idades diferentes e barbas diferentes…
Adoreiiiii O projeto, chamado 100 beards, 100 days agora é livro....

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domingo, 18 de novembro de 2012

3.000 Livros para Download

A USP tem um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade.

Há planos de aumentar o catálogo para 25 mil títulos e incluir primeiras edições de Machado de Assis e de Hans Staden.

Fonte: Catraca Livre

quinta-feira, 12 de abril de 2012

The Casual Vacancy...J.K. Rowling

J.K. Rowling lançará primeiro romance adulto

O livro "The Casual Vacancy" , escrito pela autora da série Harry Potter, tem lançamento marcado para setembro
Autora de Harry Potter lançará romance adulto (Divulgação)
A escritora britânica J.K. Rowling, autora da série literária "Harry Potter", anunciou nesta quinta (12) mais detalhes de seu primeiro romance adulto.
O livro será intitulado "The Casual Vacancy" e tem lançamento marcado para 27 de setembro pela editora Little, Brown também nos formatose-book e áudio-livro.

De acordo com a editora, a história será ambientada em uma pequena cidade britânica chamada Pagford. Nas primeira páginas, a morte inesperada de Barry Fairweather, em seus 40 e poucos anos, choca a comunidade, que se mostrará mais ameaçadora do que aparenta ser. "O que está por trás da fachada bonita é uma cidade em guerra", revelam os editores.
 
"The Casual Vacancy" é o primeiro trabalho da escritora após a saga "Harry Potter", publicada entre 1997 e 2007. Os sete livros venderam450 milhões de exemplares e deram origem a oito filmes, estrelados por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. O último longa-metragem, "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2", chegou aos cinemas do mundo inteiro em julho do ano passado.

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