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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Voltando no Tempo...

Adorando estas Fotos....

Nothing like a wedding to put a smile on your face! Looks like 1920's
Casamento 1920..Antonio Macrina & Rose Anne Diego Macrina..
Ancientfaces
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1869, UK - Gerty Pepper with her nurse.
http://www.ancientfaces.com/Embedded image permalink
Imagem encontrada em loja de antiguidades. Escrito no verso: Eva Marie Cummins 11 meses Foto tirada em La Grande, Oregon..../http://www.ancientfaces.com/

Eva Marie Cummins
Vena and Fern Jordan, 1924

Vena and Fern Jordan, 1924
Bebê Desconhecido, Texas
Uma foto de um bebê desconhecido, encontrado no álbum Byrne.

Unknown Baby, Texas
Veja mais Aqui..É uma viagem no Tempo...

terça-feira, 31 de março de 2015

Escravidão....Os escravos loiros de olhos azuis da Europa

Os escravos loiros de olhos azuis da Europa
Parece bizarro imaginar que Finlândia e Suíça, que hoje estão entre os países com a melhor qualidade de vida no planeta, sofreram com escravidão em suas histórias recentes. Enquanto os finlandeses foram tratados como mercadoria no Mar Negro, entre os séculos XII e XVIII, a Suiça foi manchada por ter feito a prática com seu próprio povo. E isso até, pelo menos, 35 anos atrás.
A Bernese family whose three eldest children have already been placed with foster families, 1946
Antes ainda que o horror da escravidão negra deixasse suas feridas profundas na História, a migração forçada de pessoas para trabalho escravo era uma realidade que assombrava povos que, hoje, passam longe do que poderíamos imaginar sendo explorados.

Os egípcios da Antiguidade escravizaram os judeus, enquanto os Romanos escravizavam pobres, bárbaros e criminosos, muitas vezes sem distinção étnica (entre os séculos I e V, a maioria dos escravos eram nascidos na Itália). Depois da queda do Império Romano, foi mais uma questão de cristãos contra muçulmanos: uns escravizando os outros, de acordo com o domínio que possuíam. Não é por acaso que muitos extremistas do Estado Islâmico defendam atualmente a escravidão dos “infiéis”: não escapariam nem outros muçulmanos menos radicais.
At the Sonnenberg boys’ home in Lucerne, 1944
Mas o tráfico humano da Crimeia tinha um foco diferente: a maioria dos escravos eram brancos originários da Ucrânia, Polônia e sul da Rússia. E, dentre eles, poucos eram homens trabalhadores. As pessoas exploradas eram crianças e mulheres destinadas ao serviço doméstico – o que, com frequência, incluía exploração sexual.
Working in the fields at the Oberbipp boys' home in canton Bern, 1940
O Canato da Criméia se sustentava basicamente desse comércio, e tinha a preferência por mulheres e crianças que tivessem uma beleza exótica e, por consequência, mais valiosa. O mercado de lá valorizava negros da África Sub-Saariana e os povos circassianos do Cáucaso. Porém, a variedade mais cara e lucrativa era, de longe, crianças finlandesas entre 6 e 13 anos de idade. De preferência loiras e com olhos azuis, essas crianças eram compradas de contrabandistas no distrito de Karelia, ao sul da Finlândia, e revendidas por uma margem de lucro de até 133.000% no Mar Negro.
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Wikimedia Commons

Russos, tartares e persas costumavam montar inúmeras ofensivas à Finlândia com o propósito específico de capturar crianças para vendê-las no mercado. Na época, não havia um estado finlandês consolidado e, embora o território já tivesse quase todo se convertido ao cristianismo durante a Idade Média, uma grande parcela da população ainda era pagã. Com isso, eles não tinham proteção da Igreja e ainda eram tratados como compra potencial tanto para muçulmanos quanto cristãos. Para se ter uma ideia dos horrores que esses finlandeses enfrentavam, a estimativa era de que, pelo menos uma vez a cada 10 anos entre os séculos XIV e XVI, os vilarejos locais sofriam ataques em busca de escravos. Algumas famílias pagavam para recuperar seus parentes, mas a maioria não tinha dinheiro o suficiente. E as crianças capturadas jovens demais para caminhar eram abandonadas no gelo até a morte.
Isso pode até parecer muito distante no tempo, mas no caso da rica Suíça, a prática se estendeu entre os séculos XIX e XX. As “Verdingkinders” (em português: crianças sob contrato) eram crianças tiradas de famílias pobres e de mães solteiras pelas autoridades, sob o pretexto de que elas não teriam condições de sobrevivência. Depois, os meninos e meninas eram vendidos a fazendeiros e fábricas, onde estariam condenados ao trabalho forçado. Não fosse o bastante, a maioria dessas crianças também sofria com espancamentos e abusos sexuais constantes. Isso foi uma realidade comum pelo menos até a década de 50.
A discarded child gets a dental check in canton Bern, 1940
O documentário Verdingkinder Reden (inédito no Brasil), de 2012, traz depoimentos de muitas dessas pessoas que tiveram sua infância negada. Estima-se que 100 mil crianças tenham sido escravizadas durante o período. O fim da prática veio apenas em 1981, com a adição de cláusulas à lei suíça afim de garantir que a privação de liberdade sob o propósito de assistência social se tornasse ilegal. No entanto, a mancha deixada na história do país foi tão forte, que até hoje o assunto é tratado como tabu – tanto por quem foi escravizado quando pelas autoridades. AAssociation for Stolen Children (Associação pelas Crianças Roubadas, em português) presidida por Walter Zwahlen, tem apenas 40 membros (mesmo com a estimativa de que 10 mil das crianças escravizadas ainda estejam vivas), e o primeiro pedido de desculpas oficial do país veio apenas em 2010, após um inquérito parlamentar que reconheceu como injusta a prisão de várias mulheres que eram “fugitivas” dos campos onde trabalhavam. Um projeto que visa compensar as vítimas escravizadas tramita desde 1999 no parlamento suíço. Mas, até o momento, nada foi definido.Fonte

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ternos Básicos para o Natal!! ahah

Para Rir Um  Pouco!!!!!

Ternos de Natal....



Os próprios americanos dão risada de seus "típicos" suéteres natalinos e eles sempre são motivo de piadas em filmes, posts, etc. Já que a diversão é brincar com a feiura e breguice das tais vestimentas, que tal chutar o balde de um vez?! E o pior: trajado a rigor! Sim, na Shinesty pode-se adquirir inacreditáveis (e divertidos) ternos completos, incluindo a gravata, inspirados nos horrorosos suéteres. São três engraçadíssimas versões, que ficam ainda melhores nas poses e caras dos modelos abaixo, prontinhas para você chamar mais atenção que os presentes na sua festa de Natal. Em praticamente todas as numerações, cada conjuntinho brega-natalino sai por U$ 109,00. "

Nossaaaaaa Brega Demais..Só para o Usar o
 Falcão Usar!!! ahahah







Link para o site da Shinesty

Fonte 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Paris tem o Dom de Deslumbrar!!!

statue0

Anjos nba

Lados que brilham,lugares famosos que fascinam... 
Cativam  o olhar ...
mariés1a

 Inegável reputação de cidade romântica ...
com a sua história cheia de nostalgia ...

mariés11
Em cada esquina de suas ruas...
Ela exibe sua arte e estilo..
Janelas de madeira

 Monumentos adornados com ouro...
Conjuntos de edifícios majestosos, imponentes ...
pont00

eiffel00
Com fachadas elegantes Lindas estátuas...
E charmosas Pontes...

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seine


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Deixa a Gente sem palavras.....
busto
Muitos Caminhos..Muitas Facetas...

Página
 Inesperado e surpreendente...

chave

Lugar Único.... Em Pont Alexandre III na Pont des Arts, no Parc du Champ de Mars
Fonte

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fotos Raras da Escravatura no Brasil

 Fotografias raras e reais de escravos

Estas imagens, tiradas há mais de 150 anos, são registros únicos de uma das épocas mais cruéis da sociedade brasileira. Quando estudamos sobre a escravidão no Brasil, temos acesso a ilustrações, encenações e, é claro, descrições do período na literatura. Desta vez, poderemos observar imagens que mostram realmente pessoas da época que eram submetidas à escravidão.

 Post do blog História Ilustrada surpreende pela  qualidade das imagens,um registro importante e lamentável  da história brasileira.

O que tornou possível tamanha riqueza de imagens de época, segundo o site, foi o interesse do Imperador Pedro II pela fotografia, o que tornou o Brasil um dos países em que primeiro se desenvolveu esta prática.
Todas as fotos são do período entre 1860 e 1885 e têm como fonte o Acervo Instituto Moreira Salles
Senhora na liteira (uma espécie de "cadeira portátil") com dois escravos, Bahia, 1860 (Acervo Instituto Moreira Salles)
Senhora na liteira (uma espécie de “cadeira portátil”) com dois escravos, Bahia, 1860 (Acervo Instituto Moreira Salles)

Os recortes de imagens icônicas mostram detalhes da luta silenciosa que a maior parte dos escravos travou por mais de três séculos até a Abolição em 1888.
Primeira foto do trabalho no interior de uma mina de ouro, 1888, Minas Gerais. (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Primeira foto do trabalho no interior de uma mina de ouro, 1888, Minas Gerais. (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

Negra com uma criança branca nas costas, Bahia, 1870. (Acervo Instituto Moreira Salles)
Negra com uma criança branca nas costas, Bahia, 1870. (Acervo Instituto Moreira Salles)

Negra com o filho, Salvador, em 1884 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Negra com o filho, Salvador, em 1884 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

Lavagem do ouro, Minas Gerais, 1880. (Foto- Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Lavagem do ouro, Minas Gerais, 1880. (Foto- Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

Foto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865. Observe o impressionante contraste entre a criança branca com seu brinquedo e os pequenos escravos descalços aos farrapos (Georges Leuzinger_Acervo Instituto Moreira Salles)
Foto da Fazenda Quititi, no Rio de Janeiro, 1865. Observe o impressionante contraste entre a criança branca com seu brinquedo e os pequenos escravos descalços e aos farrapos (Georges Leuzinger_Acervo Instituto Moreira Salles)

Escravos na colheita do café, Rio de Janeiro, 1882 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita do café, Rio de Janeiro, 1882 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira
Salles)

Escravos na colheita de café, Vale do Paraíba, 1882 (Marc Ferrez_Colección Gilberto Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Escravos na colheita de café, Vale do Paraíba, 1882 (Marc Ferrez_Colección Gilberto Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

Quitandeiras em rua do Rio de Janeiro, 1875 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)
Quitandeiras em rua do Rio de Janeiro, 1875 (Marc Ferrez_Acervo Instituto Moreira Salles)

A Glória, vista do Passeio Público, Rio de Janeiro, 1861 (Revert Henrique Klumb_Acervo Instituto Moreira Salles)
A Glória, vista do Passeio Público, Rio de Janeiro, 1861 (Revert Henrique Klumb_Acervo Instituto Moreira Salles


Senhora na liteira (uma espécie de "cadeira portátil") com dois escravos, Bahia, 1860 (Acervo Instituto Moreira Salles).

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Partida para colheita de café – Vale do Paraíba, c. 1885
(Marc Ferrez – Coleção Gilberto Ferrez / Acervo Instituto Moreira Salles)

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Partida para a colheita de café com carro de boi – Vale do Paraíba, c. 1885
(Marc Ferrez – Coleção Gilberto Ferrez / Acervo Instituto Moreira Salles)

Veja no vídeo uma compilação de várias imagens tiradas do Acervo Instituto Moreira Salles.



Fonte

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Humanos ou Não??

Crânios encontrados no Peru não têm DNA humano, diz geneticista


O material genético dos crânios de Paracas não se relaciona com o de nenhuma espécie terrestre


Recentemente, uma série de crânios estranhos foram encontrados no Peru e a notícia mais intrigante é que o DNA dos crânios não tem nenhuma relação com o DNA humano. A informação foi revelada pelo diretor assistente do Museu Paracas, Brien Foerster, e tem dado o que falar - pode significar que a ciência está perto de ter uma prova da existência de uma espécie inteiramente nova, que alguns diriam se tratar de uma espécie alienígena.
O DNA é diferente de qualquer ser humano ou ainda de qualquer criatura conhecida na face da Terra. A análise dos crânios foi feita por um geneticista que não teve a identidade revelada. O cientista vai se manter no anonimato até realizar mais testes que comprovem o primeiro resultado.
A artista Marcia K. Moore usou programas específicos para criar representações tridimensionais de como poderiam ter sido os donos dos crânios encontrados no Peru. Mais de 300 crânios foram encontrados em 1929 em uma vala comum perto da costa do sul do Peru.
Durante anos, os crânios alongados eram consideradas anomalias propositais, como era parte da cultura de algumas tribos. Entretanto, médicos afirmam que, embora o crânio possa ser deformado, os tamanhos permanecem os mesmos. No caso dos crânios encontrados no Peru, isso não acontece, pois eles são muito maiores.
Os próximos testes podem revelar que tudo não passou de um engano e que os crânios pertenceram a humanos. Mas, se os resultados iniciais forem confirmados, os crânios então não têm ligação com nenhuma espécie terrestre. E então de onde será que eles vieram?