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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Curiosidade do Dia....Quadro famoso do Menino Chorando



Entenda.....Quadro do Menino Chorando
Talvez o Quadro do Menino Chorando seja um dos objetos ocultistas mais conhecidos ao redor do mundo, e essa “fama toda” não veio de graça.

O quadro, apesar de ser uma bela obra de arte, está envolta em uma série de acontecimentos macabros e, no mínimo, misteriosos.Preza a lenda que o quadro seria o responsável por milhares de incêndios que ocorrem mundo afora, mas principalmente na Europa. Então, sem mais delongas, conheça agora a intrigante história do Quadro do Menino Chorando.

A história do Quadro


Tudo começou com um pintor italiano chamado Giovanni Bragolin
, que em meados de 1940 resolveu retratar seu filho chorando, em um quadro. Segundo ele, “a beleza está além da alegria”.
Infelizmente, não foi bem assim que o garotinho entendeu a reflexão artística do pintor e resolveu não colaborar com seu choro, para que o pai fizesse o quadro, um tanto quanto excêntrico para a época.

Segundo a versão inglesa da história, para que o menino chorasse Giovanni ordenou que sua esposa segurasse alguns fósforos acessos, próximo ao menino. Pois ele sabia que seu filho temia (e muito) o fogo.

O garoto passou algumas horas chorando, sem poder mover-se sob a ameaça que o fogo, apresentado por sua própria mãe, iria queimá-lo. O que, provavelmente, transtornou bastante o pobre menino.
Por fim, o quadro nasceu. Porém, isso não trouxe nada de bom para a família de Giovanni Bragolin: Apenas algumas semanas após o quadro estar finalizado, o garoto veio a falecer entre crises de pânico e manias de perseguição, provavelmente causadas pelo medo imposto pelos seus pais.

Não muito tempo depois, o próprio Giovanni e esposa morreram dentro de casa, quando um misterioso incêndio acabou com a casa, a vida e boa parte do portfólio artístico do pintor. Foi então que o primeiro fato misterioso aconteceu, envolvendo o quadro: Apesar do forte incêndio, o quadro permanecia intacto, no meio das cinzas da casa completamente destruída.

O quadro ganhou fama como “indestrutível” na Itália e logo foram feitas diversas cópias da obra arte, que percorreram toda a Europa. Principalmente embaladas pela constante migração pós-segunda guerra mundial.

Incêndios na Inglaterra
Quadro do Menino Chorando 4

Na Inglaterra (que ignorava a história original do quadro) ele se tornou um grande sucesso, sendo que a própria polícia local chegou a estimar que uma em cada 10 casas teria uma cópia do quadro em sua parede.

Foi quando as coisas começaram a sair do controle. Diversos incêndios, sem nenhum motivo aparente, começaram a ocorrer por toda a Inglaterra, sendo que na maioria das vezes um dos poucos, quando não o único, objeto que resistia ao fogo era o quadro do menino chorando.

O caso tornou-se tão banal, que um jornal inglês de rotatividade nacional publicou um extenso artigo onde era relacionado uma grande lista de casos onde residências foram completamente queimadas, tendo como objeto que resistiu ao fogo, uma cópia do quadro de Giovanni.Na época, a Inglaterra chegou a promover ações públicas para destruir os quadros por todo o país, sendo que a maioria dos comerciantes pararam de vende-lo, com medo de sofrer represálias da população que tremia ao ver a sinistra imagem do garoto.
O caso foi tão sério que o quadro entrou para centenas de boletins de ocorrência da polícia inglesa, como a causa do incêndio. Sendo aceito como prova, até mesmo, por juízes das cortes ingleses mais baixas.Além disso, é valido contar que o ano de maior número de vendas do quadro foi também o ano em que ocorreram mais incêndios na história da Inglaterra. Chegando a contar cerca de 170 incêndios diários sem causas aparentes, em todo o país.

Para além de um quadro


Ao longo do tempo, muitas variações do quadro foram criadas e copiadas por muitos outros pintores e, estas, circularam o mundo todo. Chegando a formar uma coleção de pinturas relacionadas ao quadro do Menino Chorando.

Em algumas delas, segundo comerciantes, é possível ver um demônio devorando uma criança, quando virados de lado e – até mesmo – ver a imagem de um incêndio quando são girados, em uma determinada velocidade.

Tudo isso faz que a sequência de quadros do menino chorando, façam parte de um grande acervo de ocultismo. Qual o intuito da fabricação de tantos quadros como estes, não tem uma explicação.
Da mesma forma que a maioria dos pintores responsáveis por estas variações do quadro, nunca foram encontrados e – muito menos – se apresentam publicamente como autores da “obra de arte”.

E você, já teve um quadro desses em Casa? Eles foram muito famosos aqui no Brasil.... E, se acaso você tiver, boa sorte!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Calça Jeans e seu Bolsinho

Então é por isso que o bolsinho das calças jeans existe?

Quando as primeiras calças jeans foram criadas, em 1873, foi atribuída ao pequeno bolso da parte da frente das calças uma função, que hoje perdeu todo o sentido, dando 
lugar a outras

Alguma vez se questionou porque é que as calças jeans têm, na parte da frente, um bolso mais pequeno do que os outros? Saiba que não é o único. Esta semana o assunto tornou-se alvo de discussão quando um utilizador do site Quora relembrou a questão. A Levi’s, criadora do primeiro par de jeans, já esclareceu tudo.

Mesmo que não tenha tido dúvidas sobre a função do bolso, muitas pessoas usaram-no para os fins mais diversos, desde guardar moedas, o famoso isqueiro Zippo, preservativos e até para prender o polegar para ter estilo, mas o objectivo, quando a Levi Strauss & Co criou as primeiras calças jeans, em 1873, era guardar os relógios de bolso e corrente que então se usavam.



"As primeiras jeans tinham quatro bolsos – apenas um atrás e, na frente, dois, mais o pequeno bolso do relógio", lê-se no blog da famosa marca americana. A ideia era proteger os relógios dos trabalhadores, mas ao longo dos tempos foi usado para muitos outros efeitos.

Fonte

sábado, 30 de janeiro de 2016

Novidades da Lego....

Lego lança boneco em cadeira de rodas
Bonceo lego em cadeira de rodas

A figura na cadeira de rodas foi colocada em exibição ao lado de crianças a brincar, um vendedor de gelados, ciclistas e outros bonecos que passeiam e fazem piqueniques
Essa semana a Lego revelou um boneco cadeirante, em um lançamento que foi comemorado por defensores de representatividade.

O boneco, um jovem vestindo um gorro e moletom com capuz, faz parte de um novo conjunto da Lego City, que foi lançado nas feiras de brinquedo na Alemanha no início dessa semana. O brinquedo estará disponível ao público apenas em junho, de acordo com o portal inglês The Independent.
Boneco em cadeira de rodas em forma de bebê  (Foto: Reprodução/Promo Bricks)
No ano passado, a campanha Toy Like Me (Brinquedo Como Eu), que cobra dos fabricantes de brinquedos mais representatividade das crianças com deficiência, começou a pressionar a Lego a produzir bonecos com deficiência.

Uma petição online lançada por eles há 8 meses já recebeu mais de 20 mil assinaturas.
Projeto de bonecos anunciado no ano passado no site da Lego  (Foto: Reprodução)
Mais informções Aqui Exame Brasil

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Elizabeth II e seus filhinhos caninos Gorgis

OS CACHORROS DA RAINHA: ELIZABETH II E SEUS CORGIS

A Rainha Elizabeth II ganhou sua primeira cadela corgi, Susan, de presente de aniversário de seu pai,o Rei George VI, quando ela completou 18 anos.

Susan, que tem a sua própria página na Wikipídia, acabou ficando famosa não por ser a cadela da Rainha, mas por ser extremamente mimada e atacar guardas reais e outros animais da família constantemente.

Mas o temperamento de Susan não intimidou a Rainha. Todos os corgis da família real desde então são descendentes diretos deSusan the Corgi, uma ligação nostálgica com seus pais e sua juventude.

o longo de seu reinado, Elizabeth II teve mais 30 corgis em seus palácios reais.

O nome Corgi é uma palavra galesa que significa cachorro anão (cor=anão, gi=cachorro).

Os corgis são os cães favoritos da rainha por se adaptarem bem ao seu estilo de vida. Eles são uma raça pequena e muito fiel aos seus donos, e por serem bastante ativos, gostam de longos passeios no campo assim com Elizabeth II.

Ao longo de seu reinado, Elizabeth II teve mais 30 corgis em seus palácios reais.

O nome Corgi é uma palavra galesa que significa cachorro anão (cor=anão, gi=cachorro).

Os corgis são os cães favoritos da rainha por se adaptarem bem ao seu estilo de vida. Eles são uma raça pequena e muito fiel aos seus donos, e por serem bastante ativos, gostam de longos passeios no campo assim com Elizabeth II.

Atualmente, a Rainha têm 4 cachorros, que a acompanham onde quer que ela vá – Os corgisHolly e Willow e os dorgis (uma mistura de Dashhound e Corgi) Candy e Vulcan.



Notavelmente, a Rainha Elizabeth II é responsável direta pela reprodução dos seus corgis. Pelo fato de alguns deles terem alturas diferentes, ela pessoalmente colocava o menor em cima de um tijolo para facilitar a cruza, mas a Rainha acabou decidindoparar de reproduzir seus cachorros em 2011, quando 2 de seus corgis morreram de câncer.

Elizabeth II também alimenta seus cachorros pessoalmente. Todos os dias, o menu dos cães é impresso pela cozinha real juntamente com o menu da família real – nada de ração ou comida congelada. Eles tomam seu 5 o’clock tea juntos na sala de jantar do palácio.

A Rainha também escolhe que seus corgis não sejam treinados, ou seja, eles fazem xixi e cocô por todo o palácio, e cabe ao mordomo real limpar a bagunça feita pelos cães.

Ela também prepara e embrulha um presente de natal para cada um de seus cachorros todo ano, com biscoitos caninos e brinquedos de plástico que não façam barulho, para não irritar o Príncipe Phillip.



A aparição especial da Rainha com James Bond na abertura das Olimpíadas de Londres também contou com a presença de seus corgis

domingo, 27 de dezembro de 2015

Novos Brinquedos do Mac Lanche Feliz....

Snoopy & Charlie Brown serão os próximos brindes do McLanche Feliz, do McDonald's
SNOOP MCLANCHE FELIZ

Parece que o McDonald's decidiu investir de vez em personagens adorados pelo grande público. Depois de brindes dos personagens de Angry Birds, Mário Kart,Minions e Hora da Aventura, será a vez de Charlie Brown, Lucy, Linus e todo o resto da amada turma do Snoopy de virarem brindes do McLanche Feliz.

Procurada pelo HuffPost Brasil, a assessoria de imprensa do McDonald's confirmou que a rede de fast-food vai lançar brindes inspirados nos personagens do Snoopy & Charlie Brown - Peanuts, O Filme, que será lançado no Brasil no dia 14 de janeiro de 2016. O filme estreou oficialmente em outubro nos Estados Unidos.

A assessoria, no entanto, não confirmou a data de estreia dos brindes nas franquias no Brasil. A página do Facebook "Mc Lanche Feliz Brindes", conhecida por antecipar os lançamentos da rede, afirma que os brindes chegarão no dia 5 de janeiro.



Os bonequinhos já foram lançados nos EUA em outubro, com a estreia do filme. Por lá, foram divulgados 12 brindes dos personagens do filme. O canal do YouTube FastFoodToyReviews mostra um pouco mais sobre cada deles (em inglês):



Fonte...
Posted by Mc lanche feliz

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Chegou a hora das Vitrolas Novamente....

Decoração com vitrolas: 12 modelos que você deveria ter em casa
Confira as vitrolas que estão à venda em lojas nacionais -- compre pela internet e receba em casa
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Criado em 2013, para comemorar os 136 anos do primeiro gramofone, o Mês da Vitrola é em uma espécie de Record Store Day, onde as vendas de toca-discos e vinis aumentam, só que nesse caso é Month e com vários deles de atraso. Aqui, você encontra um infográfico imperdível e super didático sobre a história da vitrola.Há alguns anos, a cultura do vinil - que andava ofuscada desde o surgimento dos CDs - vem sendo resgatada e, entre álbuns digitais e serviços de streaming que estavam começando a aparecer, o bolachão retornou de maneira surpreendente. Muitas bandas voltaram a lançar os álbuns nesse formato e as vendas alavancaram de tal maneira que, recentemente, superou o streaming nos EUA. O vinil é um formato mais caro, por ser mais difícil de reproduzir e consequentemente, piratear. E antes que o questionamento sobre a qualidade do som apareça, saiba que a tecnologia na fabricação do disco de vinil evoluiu muito nesse quesito. O áudio limpo e fiel é só uma das características dessa nova produção de discos, que também investe em interatividade e novidades para o público.
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Um exemplo é o Ultra LP Lazaretto, do Jack White, que toca o lado A de dentro para fora (a agulha deve ser posta no centro do disco) na rotação 33RPM e na parte de fora do disco, tem a faixa “Outside Locked Groove” escondida. No lado B, ainda em 33RPM, dá para ouvir duas introduções diferentes - uma elétrica e outra acústica - para a primeira faixa “Just One Drink”, graças à tecnologia Dual-Groove. Ainda tem duas faixas escondidas – e ironicamente intituladas “Untitled” - uma em 78RPM no rótulo (sim, isso mesmo!) do lado A, e em 45 RPM no rótulo do lado B; e um holograma de anjo, que aparece durante a execução do lado A.
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Se isso ainda não foi o suficiente para te convencer, saiba que as vitrolas estão muito mais potentes e modernas, além do design, cores e estampas super criativos -- confira a lista abaixo.

1. Com estampa de flores e bolinhas em um fundo azul bem clarinho, a vitrola da Imaginarium vem com caixa de som embutida, cabo USB para conectar ao computador e transformar as músicas dos vinis em MP3 (vem um CD com software para isso!) e uma agulha extra. O formato de maleta não é apenas charminho, a vitrola tem bateria de lítio e funciona por até quatro horas contínuas, sem precisar estar ligada à tomada. Custa R$ 679,90.
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2. Em formato de maleta, esta vem com uma cartela de adesivos temáticos de viagem para customizar do seu jeito e entrar ainda mais no clima. Com as mesmas especificações da anterior (exceto pela bateria de lítio, que dura duas horas e meia), a vitrola Imaginarium sai por R$ 399,90.

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3. O gramofone moderninho toca discos de vinil, CDs, fitas cassetes (sim, elas também estão de volta), MP3, Rádio AM|FM e reproduz cartões de memória também, além do cabo USB para conectar ao computador. Tem luz, painel de LED e comando para repetição de faixas. Importado pela Ribeiro Pavani, custa R$ 1.969 na Americanas.com.br.

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4. A Spinnerette é um dos modelos portáteis da Crosley, para quem curte design retrô e praticidade. Tem três velocidades, adaptador para 78RPM, cabo USB e software para converter vinil em MP3. No Walmart, custa R$ 579.

5.Com base em madeira natural, a vitrola reproduz e digitaliza discos de vinil 33 1/3, 45 e 78RPM. O software capta o áudio dos discos e converte para MP3 com qualidade superior. Na Americanas.com.br, sai por R$ 659,90.

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6.Minimalista, o toca discos Pro-Ject Audio Systems Elemental vem com sistema de rotação por correia com motor DC e tem troca manual de velocidade. Além disso, já vem pré-ajustado. Basta colocar o prato principal, a correia, retirar a proteção da cápsula e utilizar. Custa R$ 1999 na Americanas.com.br.

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7.A vitrola digitalizadora Collegiate, da Crosley, transforma os discos de vinil em arquivos MP3, além de ser um toca-discos super portátil, que tem uma alça de couro embutida, para levar os discos para onde quiser. Em duas opções de cores: azul e vermelho, tem entrada para fone de ouvido e cada uma sai por R$ 579 no Walmart.

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A 8. A A 8..Avitrola CTX Melody (que não é aquela do falsete) é em estilo 60’s, quase Mod. Quando fechada, tem desenho oval, dividido entre vermelho e transparente, o que já é uma atração à parte. Reproduz discos em três rotações, Cds, rádio e tem entrada auxiliar. Bivolt, vem com controle remoto e custa R$ 1117,19 na Americanas.com.br.

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9.O design de rádio antigo, quase esconde a principal função da vitrola, que toca discos em três velocidades, reproduz players de música a partir da entrada auxiliar, tem rádio AM|FM e entrada para fone de ouvido. Da Crosley, custa R$ 399 no Walmart.

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10. Uma das mais famosas nessa nova febre das vitrolas, a Crosley Cruiser foi uma das primeiras a surgir nas lojas online. Em formato de maleta e na cor turquesa, virou hit entre os mais modernos. Com autofalantes estéreo embutidos, toca discos em três velocidades e tem entrada auxiliar, caso queria reproduzir em caixas de som mais potentes. No Walmart, o preço é R$ 299.

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11. Com design mais próximo das vitrolas dos anos 80, o Sistema Hi-Fi toca discos, Cd’s, fitas cassetes e rádio AM|FM, é da tradicional marca japonesa Teac, que detém 30% do mercado de áudio na Europa. Com qualidade superior, digitaliza discos e cassetes e também os grava em CD. Na Americanas.com.br custa R$ 1848,94.

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12. Em madeira escura a vitrola CTX Classic imita uma rádio antigo. Com quatro funções: toca-discos em três rotações e com retorno automático, CD player, fita cassete com mecanismo auto-stop e rádio AM|FM. Bivolt, tem enrtada auxiliar e custa R$ 599 no Walmart.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Residência que Pertenceu a Heitor Stockler de França

Linda Demais....Sempre quis conhecer esta casa.Agora que soube que esta aberta a visitação.Parada Obrigatória...
Casa centenária guarda parte da história do Paraná
Residência que pertenceu a Heitor Stockler de França chama atenção pela arquitetura e passado ligado à cultura
Fachada da Casa Heitor Stockler de França: construção de 1893 chama atenção no Centro de Curitiba. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo
Fachada da Casa Heitor Stockler de França: construção de 1893 chama atenção no Centro de Curitiba. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

SERVIÇO
Local: Centro Cultural Heitor Stockler de França
Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 458.
Horário de visitas: de terça a sábado das 10 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Entrada: gratuita.


“Não tinha noção de como o curitibano tinha curiosidade de entrar na casa dos meus avós.” A surpresa é de Vânia França de Souza Ennes, neta de Heitor Stockler de França. A casa em questão é um marco na arquitetura do século 19 em Curitiba. Trata-se de uma grande residência na Marechal Floriano Peixoto, quase na esquina com a Pedro Ivo. Ali onde o centro pulsa com biarticulados indo pra lá e pra cá, resiste ao tempo a construção pintada de cor-de-rosa que data de 1893.

Desde 2013, o espaço abriga o Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França. O interesse da instituição veio do fato de França ter sido um dos fundadores e primeiro presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). De acordo com Ana Zétola, gerente de cultura do Sesi-PR, é comum pessoas entrarem na casa apenas para conhecê-la. “Alguns passam um tempo apreciando e relatam ter curiosidade de saber como ela era por dentro.”

Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
A varanda que envolve toda a casa favorece a vocação cultural

As características originais do imóvel foram mantidas, inclusive com alguns móveis da família, como estantes, sofás, poltronas e um piano Essenfelder. Foram necessárias adaptações na instalação elétrica para garantir conforto aos espectadores de shows e alunos que frequentam os workshops e aulas.

A família, que guarda na memória o tempo em que os Stockler de França promoviam saraus, rodas de leitura e outros eventos culturais, desejava ver a casa com uma programação aberta ao público. “A aproximação com o Sesi foi muito feliz e oportuna. Fico emocionada em lembrar do dia da inauguração, quando a porta da frente da casa foi aberta. Fazia mais de 80 anos que não abríamos aquela porta”, relembra Vânia.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Móveis e pertences da família foram preservados na decoração

A casa
A construção foi uma realização de João Lourenço Taborda Ribas, sogro de Heitor, que era casado com Brazília Taborda Ribas de França. A época em que a casa foi erguida coincide com a inauguração da Catedral. “O teto da sala principal, inclusive, foi pintado pelos mesmos artistas que faziam a abóboda da igreja”, garante Vânia.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
O jardim circundando a casa foi uma inovação para a época

Não há uma definição clara de como o projeto surgiu, mas relatos familiares dão conta que a inspiração veio dos cháles de estilo suíço-italiano. “A casa tem vários detalhes de arquitetura que eram inovadores para a época. Um deles é o fato de ter sido implantada atrás de um jardim e não rente a calçada”, aponta Ana. Outro ponto que chama a atenção é o sistema de ventilação que evita o mofo. Próximo ao telhado há pequenos orifícios na alvenaria, garantindo a circulação de ar.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Pintura do teto da sala principal foi feita pelos mesmos artistas que pintaram parte da Catedral de Curitiba
Até 2009 o espaço foi habitado por Marita Stockler de França, filha de Heitor, que mantinha a vocação cultural da residência. O esforço agora é para manter as características originais do prédio com 122 anos.

Trata-se de uma Unidade de Interesse de Preservação (UIP) e a arquiteta da Fiep Denise Rosa Rampazzo está à frente do projeto de restauro, que precisará ser aprovado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). O levantamento das patologias aponta uma necessidade de restauro do piso, cobertura e estrutura de madeira e lambrequins. “Outra preocupação bem presente para nós é a manutenção da cor original do imóvel, que já é uma marca na cidade”, relata Denise.
Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
Móveis e pertences da família foram preservados na decoração

Fotos ddos ambientes internos e externos do Centro Cultural Heitor Stockler de França para a Revista HAUS.
SERVIÇO
Local: Centro Cultural Heitor Stockler de França
Endereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 458.
Horário de visitas: de terça a sábado das 10 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Entrada: gratuita.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Banquetas Formato Macarons...Makastool

Olha só que Lindos....


Os deliciosos Macarons viraram banquetas.
Uma divertida e colorida criação do estúdio italiano Li Ving é perfeita para trazer um toque descontraído a qualquer ambiente. 

São dois tamanhos e diversas combinações de cores.Feitas de maneira totalmente artesanal, o Makastool possui pernas de madeira que contrastam com o assento no formato da guloseima que pode ser de couro ou microfibra.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Forte que virou Hotel...Lindíssimo..

Antigo forte britânico transformado em hotel de luxo



Construído há 134 perto da Ilha de Wight, o No Man’s Fort tinha como principal função afastar a marinha francesa e controlar a sua atividade na zona. Desativado em 1957, o forte estava desde então inabitado e completamente inutilizado.

Devido às suas características arquitetónicas e geográficas, a AmaZing Venues decidiu que seria um bom investimento transformar o forte num hotel de luxo, com discoteca incluída.

O resultado é uma ilha privada que oferece aos visitantes experiências únicas, mas que também cobra o preço esperado deste tipo de excentricidades, podendo a estadia chegar a 620 euros por noite.

Mais um exemplo de que aproveitar edifícios abandonados pode ser muito proveitoso, não sendo necessária uma construção desenfreada ou megalómana para proporcionar experiências únicas e inesquecíveis.


Do not disturb! The fort boasts 23 luxury suites and can sleep 44 guests, with prices ranging from £450 per night 


A room with a view! Not only does this hotel offer one of the most private hotel stays, but also incredible ocean views 

With four floors packed with a variety of entertaining facilities, it’s a unique location that’s sure to leave guests with unforgettable memories


Views above the atrium roof are spectacular, and guests can enjoy a meal on the roof overlooking the beautiful coast off the Isle of Wight